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Sab, Mai

Bispos cubanos reagem à morte de Fidel Castro

Igreja no mundo
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Três dias depois de sua morte, os bispos cubanos emitiram um comunicado lamentando a morte de Fidel Castro, ao mesmo tempo que reclamam que "nada perturbe a coexistência entre os cubanos."

 

 

"Expressamos nossas condolências à sua família e às autoridades do país," diz a nota, na qual os bispos acrescentam que "a partir da nossa fé encomendamos Dr. Fidel Castro a Jesus Cristo, o rosto misericordioso de Deus, o Senhor da Vida e da história e, ao mesmo tempo, pedimos ao Senhor Jesus que nada perturbe a coexistência entre nós cubanos".

 

"Nós colocamos sob a proteção de Nossa Senhora da Caridade, nossa Mãe e Padroeira, o futuro do país, para que ela nos proteja e nos encoraje a trabalhar em conjunto a fim de alcançar o sonho que José Martí deu a sua vida: 'um país com todos e para o bem de todos ", conclui o comunicado.

Por outro lado, o arcebispo de Santiago de Cuba e presidente da Conferência Episcopal, Dionisio García Ibáñez, enfatizou numa sua entrevista em Cope  sua "surpresa" com a morte de Fidel, mas reconheceu que "esperava-se que poderia acontecer a qualquer momento, dado o estado de saúde” do ex-presidente de Cuba.

"A figura de Fidel foi tão significativa e tão influente que terá sempre um impacto na sociedade", disse o prelado, que não foi capaz de discernir se a sua morte significa o fim de uma era, porque "a presidência tem um irmão, Dr. Raul Castro ".

 

TN/Religion Digital 

 

 

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